sexta-feira, 2 de março de 2012

Abertura da CF em Palmeira dos Índios


Diocese de Palmeira dos Índios
Alagoas  - Brasil

ABERTURA DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE
08 de março de 2012 


Tema FRATERNIDADE E SAÚDE PÚBLICA
Lema: “Que a saúde se difunda sobre a terra.” (Eclo. 38, 8).

14 h – Abertura oficial
Palavras do Bispo Diocesano (15 min) – D. Dulcênio
Apresentação do Texto-Base e outras considerações importantes (45 min) – Dr. Márcio.
Local – Casa Museu Graciliano Ramos

Caminhada até a Catedral com as Paradas em Homenagem:
01.    Irmãs Franciscanas de Santo Antônio (Promoção da saúde e vida: memória, Ir. Bernadete e Ir. Ana).
02.    Diocese de Palmeira dos Índios – Promoção de melhoria de vida do idoso (Memória D. Fernando Iório).
03.    Fundanor (Entrega de prêmio a D. Lourdes Monteiro).
04.    Projeto Oásis (Memória do movimento) com entrega do prêmio a Rosa.
05.    Lar Ação por ação (entrega do prêmio a Ir. Maria do Carmo).
06.    Em frente a Catedral, homenagem a Dra. Zilda Arns, fundadora das Pastorais da Criança e do Idoso, exemplo de dignidade e salvadora de vidas em situação de risco, de crianças do mundo inteiro.

No interior da Catedral Celebração Penitencial.
Cenas teatrais: (trevas)
01.     Pelos que morreram nas portas de Hospitais e casas de saúde por falta de atendimento;
02.     Pelos que morreram a espera de um exame;
03.     pela corrupção em relação aos recursos;
04.     Pela nossa omissão.

Luzes: Homenagem aos que dedicaram a vida, de maneira simples e eficiente pela saúde e vida:
01.  Parteiras
02.  Benzendeiras.

Encerramento:
Cantadores (repentistas) Pedro Latão e Manoel Elias

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012


O blogueiro José marques postou em seu blog sobre o fim da imunidade parlamentar que aconteceu mês passado na Eslováquia. Tal fato deveria ser também aprovado aqui nesse país “da pizza” o do carnaval. Nele também (no seu blog) tem uma foto reverente  ao fato.
http://blogdojosemarques.wordpress.com/2012/02/23/o-parlamentar-e-sua-imunidade/

Analfabetismo religioso



Home > Audi�ncias e Angelus > 23/02/2012 13.14.02

Humildade e não ceder ás opiniões do mundo, foi o pedido do Papa aos párocos de Roma

(23/2/2012) Na grande aula das audiências do Vaticano decorreu na manhã desta quinta feira o tradicional encontro do Papa com os párocos de Roma, no inicio da Quaresma. Bento XVI apresentou uma lectio divina centrada no capitulo IV da Carta de São Paulo aos Efésios.
O grande sofrimento na Europa, no Ocidente para a Igreja – disse o Papa – é a falta de vocações. Mas o Senhor chama sempre. É preciso ouvir esta chamada. Sublinhou depois que os padres devem ser humildes, mansos e magnânimos. Em particular, afirmou, quando sou humilde tenho também a liberdade de estar em contraste com o pensamento dominante. Esta humildade – acrescentou – dá-me a capacidade da verdade. E é por isso que na Igreja precisamos de saber aceitar também mansões pequenas mas grandes aos olhos de Deus.
Um grande problema para a Igreja atual, prosseguiu, é o analfabetismo religioso. Devemos reapropriar-nos do conteúdo da fé, foi a sua exortação. Não como pacote de dogmas. Devemos fazer tudo, disse aos párocos de Roma, para nos renovarmos e fazer de maneira que Cristo seja conhecido.
Bento XVI deteve-se também sobre aqueles que se definem fiéis adultos, porque emancipados do Magistério da Igreja. Na realidade, advertiu, o resultado não é uma fé adulta, mas uma dependência da opinião do mundo. A verdadeira emancipação – salientou – é libertar-se desta ditadura das opiniões e acreditar no Filho de Deus.
Só assim, concluiu, somos capazes de responder aos desafios do nosso tempo.
Durante o encontro o Papa entregou aos párocos responsáveis pelas várias prefeituras da diocese de Roma o texto intitulado Escolhido por Deus para os homens, publicado pelas Paulinas com uma apresentação do cardeal vigário Agostinho Vallini.
Trata-se, disse o purpurado, de uma regra de vida, fruto do Ano Sacerdotal. Um traçado espiritual, um guia ideal oferecido a todos os padres romanos para que cresçam na alegria da vocação comum e na unidade do sacerdócio

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012


Papa congratula-se com colaboração entre pastores africanos e europeus e pede aposta na família e cultura para contrariar hedonismo e indiferença religiosa
   
 Audi�ncias e Angelus > 16/02/2012 13.14.11


Família, formação dos jovens, promoção das vocações, atenção à dimensão cultural – foram prioridades sublinhadas pelo Papa, ao receber, nesta quinta-feira, no Vaticano, um numeroso grupo de bispos africanos e europeus, representantes respectivamente do Simpósio das Conferências Episcopais da África e Madagáscar e do Conselho das Conferências Episcopais da Europa, reunidos em Roma para se confrontarem sobre o tema da evangelização, à luz da recíproca comunhão e da colaboração pastoral que se estabeleceu entre as Igrejas africanas e européias, na seqüência de um primeiro simpósio realizado em 2004.

O Papa deu graças a Deus pelos frutos espirituais produzidos pelas relações de amizade e cooperação entre as comunidades eclesiais dos dois continentes. “Partindo de diferentes ambientes culturais, sociais e econômicos, vós valorizastes a comum tensão apostólica para anunciar à vossa gente Jesus Cristo e o seu Evangelho, no estilo da partilha de dons. Continuai nesta fecunda estrada de fraternidade ativa e de unidade de objetivos, ampliando cada vez mais os horizontes da evangelização”.

Bento XVI recordou também os sérios desafios com que se debatem hoje, tanto na Europa como na África, os pastores da Igreja: indiferença religiosa, hedonismo, pornografia, prostituição. Fatos que interpelam a consciência pastoral e o sentido de responsabilidade dos Bispos europeus e africanos, mas não hão de os levar ao desânimo. Prevaleça a esperança e a certeza de que existem na sociedade e na Igreja “não poucas forças boas”, que constituem “células vivas e vitais da nova evangelização”.


“A família esteja no centro das vossas atenções de Pastores: sendo igreja doméstica, ela é também a mais sólida garantia para a renovação da sociedade. Na família se conservam usos, tradições, costumes, ritos impregnados de fé. Ela é o terreno mais apropriado para o florescer de vocações… A família é também o fulcro formativo da juventude”. “A Europa e a África têm necessidade de jovens generosos, que saibam assumir-se a responsabilidade do seu futuro” – concluiu o Papa, aludindo ainda à dimensão cultural, pedindo aos bispos presentes que não descurem este aspeto na sua ação pastoral.