sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Marcha contra Corrupção reúne 25 mil em Brasília

Marcha contra Corrupção reúne 25 mil em Brasília
Leandro Colon e Rafael Moraes Moura, de O Estado de S.Paulo
Cerca de 25 mil pessoas, segundo cálculo do comando da Polícia Militar do Distrito Federal, participaram da Marcha contra a Corrupção na Esplanada dos Ministérios durante o desfile de comemoração do 7 de Setembro. 
Organizado por meio de redes sociais na internet, o protesto atacou a absolvição da deputada Jaqueline Roriz (PMN-DF), o voto secreto no Congresso, os recentes escândalos de corrupção no governo da presidente Dilma Rousseff, a aplicação da Lei da Ficha Limpa, e até o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira.
A manifestação começou tímida na Catedral de Brasília, por volta de 9h, com duas mil pessoas, mas foi crescendo com a adesão de quem foi assistir ao desfile oficial do outro lado da rua. A marcha andou por toda a Esplanada, passou pela Praça dos Três Poderes, e terminou em frente ao Ministério da Justiça. "Nosso balanço é de pelo menos 25 mil pessoas, muita gente acabou aderindo", disse a major Ana Luiza, que faz parte do comando do efetivo da PM do DF no evento. Não houve incidentes.

Vestidos de preto e com narizes de palhaço, os manifestantes levaram instrumentos, faixas e cartazes com frases de protesto. Evitou-se o uso de referências partidárias. "Voto secreto, não, eu quero ver a cara do ladrão", era um dos gritos em referência à recente absolvição, em votação secreta, da deputada Jaqueline Roriz pelos colegas de Câmara. Ela sofreu processo por ser flagrada, num vídeo, recebendo dinheiro vivo do esquema de corrupção no DF. "A absolvição dela foi o estopim para essa marcha", disse o estudante Marcos Maia, 18, um dos organizadores do protesto.

A rede social Facebook foi a principal ferramenta de convocação do protesto, lembrou Luciana Kalil, 30, da organização da manifestação. Vestida de preto, a aposentada Alzerina Salles Pereira, 66, celebrou a marcha. "Aqui no Brasil o dinheiro sobra para poucos, enquanto muitos passam fome", disse.

São Paulo. Na capital Paulista, cerca de 500 pessoas participaram de ato também contra a corrupção. Os manifestantes se concentraram no Masp e, segundo a Polícia Militar, não houve incidentes.


Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,marcha-contra-corrupcao-reune-25-mil-em-brasilia,769550,0.htm. acessa do no dia 09 de setembro de 2011.

solenidades









No dia em que foi comemorado o plano salvifíco de  Deus na natividade da Beata sempre Virgem Maria, as cidade de Batalha e Cacimbinhas, ambas pertencentes à Diocese de Palmeira dos Índios, Alagoas, encerraram seus festejos alusivos a sua Padroeira, Nossa Senhora da Penha. No horário matutino o Bispo diocesano, Dom Dulcênio Fontes de Matos Celebrou o Santo Sacrifício da Missa em Honra a Santa Mãe de Deus em Batalha e, no jorário vespertino participou da solene procissão na cidade de Cacimbinhas.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

7 de Setembro em BELO MONTE, AL



A cidade de Belo Monte vive o seu momento cívico com o desfile do dia 7 de setembro onde participaram várias ecolas do município. Neste desfile foi feito um resgate histórico e literário, fazendo menção aos grandes escritores que contribuíram com a cultura universal. 




Foi um desfile modesto, contudo, rico em seu significado. Parabenizo a todos que idealizaram, a Secretaria de Educação e Cutura, ao Diretor escolar do município, Clebeton, ao maestro Iderlan, e a todos que estiveram envolvidos, a saber, do mais pueril discípulo a mais alta autarquia magistral.
Este desfile vem demonstrar a força de vontade que esse povo simples tem de em sua pobreza fazer acontecer os seu sonhos grandes. PARABENS!!!


pe. antonio

Festa de Nossa Senhora da Penha - Cacimbinhas, AL



No dia 04 de setembro o Pe Anotnio da Paróquia de Nossa Senhora do Bom Conselho, Belo Monte, AL presidiu a Eucaristia na Igreja de Nossa Senhora da Penha, Cacimbinha, AL, cujo tem foi: A Eucaristia fonte de missão.



sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Papa: evangelização está ligada à unidade eclesial

Católicos e ortodoxos refletem juntos sobre a nova evangelização
SALÔNICA, sexta-feira, 2 de setembro de 2011 (ZENIT.org) – “O destino da evangelização está certamente ligado ao testemunho de unidade da Igreja”: esta é a mensagem que o Papa Bento XVI enviou, por meio do cardeal Kurt Koch, presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos, ao simpósio católico-ortodoxo que está sendo realizado esta semana em Salônica (Grécia).
Este 12º simpósio, que termina hoje, é promovido pelo instituto Franciscano de Espiritualidade da Pontifícia Universidade Antonianum e pelo Departamento de Teologia da Faculdade Teológica Ortodoxa da Universidade Aristóteles, de Salônica.
O tema – “O testemunho da Igreja no mundo contemporâneo” – constitui uma das principais preocupações atuais do Papa, segundo reconhece ele mesmo em sua carta.
A evangelização “precisa hoje de um renovado vigor em muitas das regiões que foram as primeiras em acolher a luz e que experimentam os efeitos de um secularismo capaz de empobrecer o homem em sua dimensão mais profunda”.
“Na realidade, assistimos, no mundo contemporâneo, a fenômenos contraditórios: por um lado, existe uma generalizada distração e também uma insensibilidade frente à transcendência; por outro, há numerosos sinais que evidenciam a permanência, no coração de muitos, de uma profunda nostalgia de Deus, que se manifesta de muitas formas diferentes e que coloca muitos homens e mulheres em atitude de sincera busca.”
O Papa afirma que a situação atual apresenta “a católicos e ortodoxos os mesmos desafios”, acrescentando que “o destino da evangelização está certamente ligado ao testemunho de unidade dado pela Igreja”.
Como evangelizadores, “devemos oferecer aos fiéis de Cristo não a imagem de homens divididos e separados pelas lutas que não servem para construir nada, mas a de homens adultos na fé, capazes de encontrar-se muito além das tensões reais, graças à busca comum, sincera e desinteressada da verdade”, conclui, citando a Evangelii Nuntiandi, de Paulo VI.
O 12º Simpósio Intercristão para o Diálogo Ecumênico quis, segundo seus organizadores, sublinhar a importância, para a vida dos cristãos, de um maior aprofundamento na relação entre a ação missionária e o caminho rumo à unidade visível da Igreja, em linha com o congresso ecumênico de Edimburgo (1910), do qual acaba de ser comemorado o centenário.
Ainda que este congresso não faça parte oficial do diálogo ecumênico, busca aumentar o conhecimento entre as diversas tradições espirituais e teológicas. O primeiro encontro foi realizado em 1992, em Creta, e o último em 2009, em Roma, sobre a figura de Santo Agostinho.


Fonte:
http://www.zenit.org/article-28753?l=portuguese

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Especial: Jornada Mundial da Juventude

Imprensa concorda: viagem do Papa foi “festa de fé”
Jornais espanhóis e estrangeiros mudam opinião inicial
CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 23 de agosto de 2011 (ZENIT.org) – Entre os jornais espanhóis que mais criticaram, em dias passados, a visita de Bento XVI à Espanha, encontra-se El País. Mas, nesta segunda-feira, o mesmo jornal publicou um editorial no qual qualificava a terceira visita do Pontífice a esta nação como “um êxito de participação, como poucas vezes pôde ser visto”.
O veículo de comunicação espanhol ratifica suas diferenças com as posições da Igreja em questões morais, mas reconhece que Bento XVI realizou uma autêntica “visita pastoral”.
E se este é o balanço de um dos jornais mais críticos com a Igreja na Espanha, a grande maioria sublinhou não somente a participação massiva (os jornais mais tímidos falam de 1,5 milhão de pessoas, enquanto outros registram 2 milhões), mas sobretudo a qualidade, descrita em geral com a fórmula “festa de fé”.
El Mundo, outro dos jornais de maior tiragem, começou o artigo de balanço final, assinado por José Manuel Vidal, com estas palavras: “Uma viagem redonda, um êxito sem paliativos o de Bento XVI e do cardeal Rouco na JMJ de Madri 2011”.
Andrea Tornielli, correspondente de La Stampa de Turim, lamenta, no Vatican Insider que, durante dias, os jornais tenham dado mais espaço aos “dois mil indignados” que protestaram contra a visita papal que aos dois milhões de participantes do evento.
Andrew Brown, de The Guardian, publicou um artigo, em 18 de agosto, no qual reconhecia que, “se eu fosse católico, estaria bastante irritado com a BBC”, que dedicou seus serviços aos protestos de poucas pessoas, sem nem sequer falar da JMJ.
Um título do site do histórico jornal espanhol ABC sintetiza o evento presidido pelo Papa em Cuatro Vientos: “Dois milhões de orações”. Por outro lado, La Razón se refere a este encontro com a manchete “Apóstolos para o século 21”.
Giovani Maria Vian, diretor do jornal vaticano L'Osservatore Romano, vê aspectos semelhantes entre esta visita e a viagem que Bento XVI realizou ao Reino Unido (16-19 de setembro de 2010).
Aquela peregrinação também foi “precedida por uma série de artigos prejudiciais e negativos, que depois deram lugar a um consenso quase unânime – e é um mérito indiscutível de muitos meios informativos britânicos o fato de terem sabido mudar de opinião –, ao sublinhar a transparente humildade do Papa e sua capacidade gentil para dirigir-se a todos, dando-se a entender não somente aos fiéis católicos”.
Surpresa internacional

O dia que arrancou mais manchetes da imprensa internacional foi a acidentada vigília em Cuatro Vientos, que até aquele momento havia dado espaço às manifestações de cunho laicista convocadas em Madri, frente aos atos multitudinários realizados em toda a cidade.
“Não poderia ter sido melhor”, afirmava um comentarista da RAI; o Papa foi “aclamado por um oceano de peregrinos”, segundo Le Monde. O New York Times admitia que se tratava de “uma reunião sem precedentes”, que ia “muito além de Sydney”. El Universal afirmava que o Papa havia “superado os prognósticos”.
Entre os cerca de 4.700 profissionais do mundo da informação, como refere Inma Álvarez, a editora-chefe de ZENIT que coordenou a cobertura desta visita, “acho que é preciso destacar que o mais lhes chamou a atenção foi a atitude dos jovens”.
“Não somente diante das dificuldades da chuva e do sol, mas também diante das manifestações contrárias. Os informadores ficaram impactados pela festa que havia nas ruas, pelo civismo e pela correção, pela ausência de incidentes e pela atitude positiva daqueles que não puderam entrar em Cuatro Vientos pela falta de espaço”, acrescenta.

Giovanni Maria Vian termina considerando que esta JMJ foram “um êxito reconhecido pelos meios de comunicação, sobretudo espanhóis”.
“Por mérito dos protagonistas, sobretudo, isto é, de Bento XVI e da sua juventude, depois naturalmente dos organizadores, e last but not least, da Espanha: do rei Juan Carlos, com a família real, do governo e das diferentes autoridades”, conclui o diretor do L'Osservatore Romano.
(Jesús Colina)