domingo, 2 de junho de 2013


A presença de Deus entre os seus escolhidos sempre fez parte de uma verdadeira fé. A Igreja Universal, a sabe, católica apostólica romana, às 13 horas, horário de Brasília, prestou culto de adoração ao Senhor Deus Altíssimo na Santíssima Eucaristia. A arca da aliança era o escabelo do seu trono universal e sinal permanente da sua presença durante o período entre o Sinai e o templo de Salomão. Depois d Davi e Salomão, Jerusalém tornou-se a cidade de Deus e o Templo à sua casa. Com a vinda de Cristo Jesus nosso Senhor, Deus habita entre os seus de forma humana. Querendo ele permanecer de modo sacramental, instituiu a Eucaristia. Nela, adoramos a Cristo, presente e real, que só a fé nele faz-nos crê.

© Pe. José Antonio dos Santos.

Arte de amar




Somos a soma daquilo que é vivido, subtraído no presente, multiplicado para o futuro. Isso em todo aspecto da vida. Adquirimos teorias e aperfeiçoamos práticas. Entre teoria e praticas, tem uma práxis, que a teoria efetivada na pratica, sempre buscou da conta daquilo que sempre defendemos e exaltamos com todo ímpeto, que chamamos de amor. Este amor, quando romanceado nos leva a um deleite sem igual. Quando o trazemos para a vida real, ele continua a trazer o mesmo deleite. Contudo com um diferencial. Sou eu que agora vivo este relacionar-se com o outro(a), e também vejo que este outro(a), real, me custa muito, dentro de meu  mundo ideal. O meu mundo ideal pertence mim. O outro(a) comunga com minha ideia de mudo, de vida, de amor.


O amor para ser vivido em sua inteireza ele precisa antes ser concebido e criado. Veja o escultor. Da madeira, da pedra: materiais resistentes, o escultor concebe no seu ideal o que ele pode trazer para o real: a escultura. Ele lasca a pedra ou a madeira com brutal força até a material prima dar forma àquilo que ele idealizou.


Chega o memento que não é mais preciso a força bruta. É, pois, a vez do polimento. Fruímos do prazer de contemplar o real que o ideal projetou.


Amor é essa práxis: teoria e prática. Ideia e busca de sua realização.


Ninguém nasce sabendo amar. Nasce com a necessidade amor e para merecê-lo aprende amar. E “amar só se aprende amando”. Exigindo e renunciando. Exigindo atenção, e renunciando aquilo que leva o(a) amado(a) a se conflitar. O amor não exige nada, mas amar exige tudo. Em primeiro lugar, a cumplicidade de quem ama. O amor é paciente e prestativo. Não é invejoso, arrogante nem orgulhoso e nada faz de inconveniente.  Não procura o seu próprio interesse, não se irrita nem guarda ressentimento. Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta (1 Cor 13, 4-5.7).





© Pe. José Antonio dos Santos

terça-feira, 28 de maio de 2013

O outro que se deixa a conhecer


Assim Diz o insensato no seu próprio coração, não há Deus, Deus não existe! (Sl 13,1)

Muitos afirmam, categoricamente, que Deus não existe, sem conhecerem o autor dessa frase nem o seu contexto. Falam sem uma honesta reflexão. E, quando falam é na tentativa de auto se afirmarem, ao mesmo tempo, que para isso, tenha que nega o ser. Pois, se Deus não existe, logo, tudo que vem a partir dEle também não existirá. Nem mesmo aquele que nega a sua existência. Existindo Ele é notado: conhecido, ignorado, aceito ou rejeitado.

Com ou sem estes acidentes eu existo, independente da afirmação positiva ou negativa de quem interpela. Quando eu afirmo que João para mim não existe por que eu não o conheço. Para mim tanto faz ele existe ou não porque ele não diz nada em mim. Eu estou completamente equivocado, pois estou partindo de um dado subjetivo. Há aqui um fechamento do eu para a descoberta do outro. O outro que se deixa a conhecer.

Ainda no lado pessoal, mesmo que a priori muitos não saibam responder, por ignorância, rejeição ou afeição, João existe. Não como ideia, mas como persona, ser de identidade própria. A posteriori, muitos poderão dizer quem é João, por que existe, quer agrade quer desagrade. Porém, para dizer com propriedade se faz necessário conhecer. Conhecendo saberá dizer quem ele é. Não agradando, serás indiferente com a sua existência. Contudo, mesmo na minha indiferença ele existe, ele é.

Partindo para o campo meramente religioso, vemos no inconsciente coletivo uma tentativa de negar a existência de Deus, porque este deus imaginário no consciente coletivo é um deus repressor, que limita as minhas ações e castra a minha liberdade. Sem essa tal liberdade serei um indivíduo infeliz, não realizado.

O ser humano fechado em si mesmo busca esta realização [liberdade] reforçando sua opções (aceitar rejeita a ideia de um ser supremo, Deus) a fim de chegar a um bom termo. qual é este bom termo? A sua realização, a sua glória. E quando se depara que ele não é feito de glória, tem também o seus dissabores, cai num vazio existencial, questionando a existência de Deus. Atribuindo a Deus a sua experiência subjetiva. Digo, bem particularizada, limitada, truncada, esquecendo o todo.

Então, a pergunta que não quer calar é esta: “que dizes tu quem ele é (cf. Mc 8,29)? Saberás responder a medida que O conhecer, do contrario, as afirmações serão a penas suposições. Suposições são apenas suposições não uma verdade, mas a ignorância dela, da Verdade. Destarte, a ignorância é sempre vencível, não vencendo-a permanecerás no erro e este erro levará ao vazio existencial. E, para preencher este vazio há uma busca desenfreada pela felicidade, peal realização.


© Pe. José Antonio dos Santos

sábado, 25 de maio de 2013

AS FOFOCAS DESTROEM

“As fofocas destroem a Igreja”, afirma Papa Francisco

Cidade do Vaticano (RV) – O cristão deve vencer a tentação de se envolver na vida dos outros: foi o que disse o Papa Francisco na missa celebrada esta manhã na capela da Casa Santa Marta, na presença de líderes do Caminho Neocatecumenal e de Comunhão e Libertação.
Francisco destacou que fofocas e invejas fazem muito mal à comunidade cristã e que não se pode “dizer somente a metade que nos convém”.
“Que te importa?”: o Papa desenvolveu a sua homilia partindo desta pergunta feita por Jesus a Pedro, que tinha se envolvido na vida de outra pessoa, na vida do discípulo João. Primeiramente, o que perturba é comparação, compararmo-nos com os outros. Com isso, “acabamos na inveja, e a inveja enferruja a comunidade cristã” – disse o Pontífice. Em segundo lugar, o que prejudica são as fofocas:
“Quantas fofocas na Igreja! Quanto falamos, nós os cristãos! A fofoca é fazer-nos mal, ferir um ao outro… É como querer diminuir o outro: ao invés de crescer, faço com que o outro fique menor e eu me sinto maior. Isso não é bom. São como as balas de mel. Depois de muitas, vem a dor de barriga. A fofoca é assim. É doce no início e depois destrói, destrói a alma. As fofocas são destrutivas na Igreja!”
Ao falar mal dos outros, fazemos três coisas: a desinformação, a difamação e a calúnia. “Todas as três são pecado”, disse o Papa. E o próprio Jesus nos indica o caminho, ao dizer a Pedro: O que te importa? Segue-me:
“‘É bela esta palavra de Jesus, tão clara, tão amorosa para nós. A salvação está em seguir Jesus. Peçamos hoje ao Senhor que nos dê esta graça de não nos envolver na vida dos outros e de seguir Jesus e o seu caminho”.
(BF)


sábado, 27 de abril de 2013

"Se nos amarmos uns ao outros".



"Se nos amarmos uns ao outros".

É a marca de autenticidade. Sem essa marca somos produtos adulterados. Empenha-nos que entre nós reine o amor fraterno não é tarefa fácil. As relações entre irmão são muito frágeis. Em qualquer momento inesperado se quebram e depois não é nada fácil concertá-las. O amor ao mais próximo se torna com muita facilidade em ódio. O ódio nasce da proximidade. Por isso os demônios do desamor estão muito perto dos irmãos (ãs). E onde o amor não circula, ali não existe comunidade nem Igreja. A insistência de Jesus no amor é porque ele nos conhece e nos pede: < Como eu vos amei, assim também deveis amarmos uns aos outros > ( Jo. 13, 34). Nós amamos quem alcança o sucesso, quem é simpático, rico, inteligente e bom: em resumos, nós amamos quem merece ser amado. Se não tivermos merecimento, não amamos nem a nós mesmo. Por isso diz Jesus: "Amai-vos uns aos outro como eu vos amei", devido a nossa limitação. Quando cometemos alguma garfe. Quando fazemos alguma coisa que nos envergonha, nós chegamos até a odiar a nós mesmos. "Se nos amarmos uns ao outros" sermos mais, sermos bom...

sábado, 6 de abril de 2013

Intimidade vai além de tirar a roupa

  
Intimidade vai além de tirar a roupa 

Passamos boa parte de nossa vida à procura de algo e, de início, sequer sabemos dar um nome a isso. Pela forte influencia cultural, algumas mulheres acreditam ser essa a busca pelo príncipe encantado, e já alguns homens por uma boa rotina de sexo. A verdade é que queremos muito mais do que mensagens de texto, programas de final de semana, cinema de mãos dadas, e presentes no dia dos namorados. Mas ninguém nunca parou para pensar que o que realmente queremos é intimidade! Você sabe do que estou falando? É algo semelhante a dividir segredos, contar aquilo que você jamais contaria para qualquer pessoa, realizar desejos. Intimidade é muito mais do que ficar pelado, é abrir as portas da sua vida para alguém, sem ter medo do que ela pode encontrar.
O ponto chave em que poucos haviam reparado é que não podemos escolher os íntimos, isso porque acontecem, eles realmente se tornam. Não adianta forçar intimidade, usar apelidos ou comentar todas as publicações. Quando realmente somos íntimos saímos do banho e sequer lembramos da toalha, ligamos ou até aparecemos de “surpresa” para desabafarmos sobre aquele problema, mesmo que seja madrugada.
O problema da intimidade também está presente no sexo. Quantas vezes você saiu dizendo que não foi bom? E acredite, se não forem íntimos, nunca será! Não haverá prazer se vocês parecerem robôs, ou se ficarem preocupados em agradar. Não perca tempo tentando encaixar aquilo que não se encaixa. Quando não há intimidade, os corpos podem estar colados, que a sensação transmitida é a de ter um muro entre os dois que impede a verdadeira relação.
  
Já que nos tornamos íntimos naturalmente, e sabemos que isso não é para qualquer um, acabamos nos relacionando com outras pessoas que não são tão intimas assim. Daí vemos cenas patéticas, que se assemelham a filmes pornôs por aí, onde os atores utilizam de todo aquele teatro para tentar mostrar que estão à vontade e que tudo está perfeito! Mas na verdade, nada realmente se encaixa.
Intimidade não requer tempo. Existem casais que são casados há anos e não a possuem. Agora, quando ela está presente, vocês podem se encontrar pela primeira vez e dividir o mesmo quarto de um hotel que tudo sairá da melhor forma possível. A sensação será de realmente terem sido feitos um para o outro e a convivência será como se já se conhecessem. Isso porque a intimidade não pede permissão para acontecer e ela faz corpos se fundirem em um só, em perfeita sincronia. Com a intimidade podemos falar de tudo, não existem tabus, as lágrimas não precisam ser escondidas e os sorrisos dispensam ensaios.

Ainda bem que temos a possibilidade de encontrar pessoas íntimas, porque precisamos de cúmplices. Precisamos de gente que nos permitam viver sem máscaras, que sejam capazes de realmente penetrar em nosso ser, e essa exclusividade, é para poucos!


quinta-feira, 28 de março de 2013

Homilia da Missa Crismal de Quinta-Feira Santa


Homilia da Missa Crismal de Quinta-Feira Santa



O Papa Francisco celebrou hoje a Missa Crismal na Basílica de São Pedro com os sacerdotes de Roma. Eis a versão completa em português da homilia proferida pelo Santo Padre:

Amados irmãos e irmãs,
Com alegria, celebro pela primeira vez a Missa Crismal como Bispo de Roma. Saúdo com afecto a todos vós, especialmente aos amados sacerdotes que hoje recordam, como eu, o dia da Ordenação.
As Leituras falam-nos dos «Ungidos»: o Servo de Javé referido por Isaías, o rei David e Jesus nosso Senhor. Nos três, aparece um dado comum: a unção recebida destina-se ao povo fiel de Deus, de quem são servidores; a sua unção «é para» os pobres, os presos, os oprimidos… Encontramos uma imagem muito bela de que o santo crisma «é para» no Salmo: «É como óleo perfumado derramado sobre a cabeça, a escorrer pela barba, a barba de Aarão, a escorrer até à orla das suas vestes» (Sal 133, 2). Este óleo derramado, que escorre pela barba de Aarão até à orla das suas vestes, é imagem da unção sacerdotal, que, por intermédio do Ungido, chega até aos confins do universo representado nas vestes.
As vestes sagradas do Sumo Sacerdote são ricas de simbolismos; um deles é o dos nomes dos filhos de Israel gravados nas pedras de ónix que adornavam as ombreiras do efod, do qual provém a nossa casula actual: seis sobre a pedra do ombro direito e seis na do ombro esquerdo (cf. Ex 28, 6-14). Também no peitoral estavam gravados os nomes das doze tribos de Israel (cf. Ex 28, 21). Isto significa que o sacerdote celebra levando sobre os ombros o povo que lhe está confiado e tendo os seus nomes gravados no coração. Quando envergamos a nossa casula humilde pode fazer-nos bem sentir sobre os ombros e no coração o peso e o rosto do nosso povo fiel, dos nossos santos e dos nossos mártires.
Depois da beleza de tudo o que é litúrgico – que não se reduz ao adorno e bom gosto dos paramentos, mas é presença da glória do nosso Deus que resplandece no seu povo vivo e consolado –, fixemos o olhar na acção. O óleo precioso, que unge a cabeça de Aarão, não se limita a perfumá-lo a ele, mas espalha-se e atinge «as periferias». O Senhor dirá claramente que a sua unção é para os pobres, os presos, os doentes e quantos estão tristes e abandonados. A unção não é para nos perfumar a nós mesmos, e menos ainda para que a conservemos num frasco, pois o óleo tornar-se-ia rançoso... e o coração amargo.
O bom sacerdote reconhece-se pelo modo como é ungido o seu povo. Nota-se quando o nosso povo é ungido com óleo da alegria; por exemplo, quando sai da Missa com o rosto de quem recebeu uma boa notícia. O nosso povo gosta do Evangelho quando é pregado com unção, quando o Evangelho que pregamos chega ao seu dia a dia, quando escorre como o óleo de Aarão até às bordas da realidade, quando ilumina as situações extremas, «as periferias» onde o povo fiel está mais exposto à invasão daqueles que querem saquear a sua fé. As pessoas agradecem-nos porque sentem que rezámos a partir das realidades da sua vida de todos os dias, as suas penas e alegrias, as suas angústias e esperanças. E, quando sentem que, através de nós, lhes chega o perfume do Ungido, de Cristo, animam-se a confiar-nos tudo o que elas querem que chegue ao Senhor: «Reze por mim, padre, porque tenho este problema», «abençoe-me», «reze para mim»… Estas confidências são o sinal de que a unção chegou à orla do manto, porque é transformada em súplica. Quando estamos nesta relação com Deus e com o seu Povo e a graça passa através de nós, então somos sacerdotes, mediadores entre Deus e os homens. O que pretendo sublinhar é que devemos reavivar sempre a graça, para intuirmos, em cada pedido – por vezes inoportuno, puramente material ou mesmo banal (mas só aparentemente!) –, o desejo que tem o nosso povo de ser ungido com o óleo perfumado, porque sabe que nós o possuímos. Intuir e sentir, como o Senhor sentiu a angústia permeada de esperança da hemorroíssa quando ela Lhe tocou a fímbria do manto. Este instante de Jesus, no meio das pessoas que O rodeavam por todos os lados, encarna toda a beleza de Aarão revestido sacerdotalmente e com o óleo que escorre pelas suas vestes. É uma beleza escondida, que brilha apenas para aqueles olhos cheios de fé da mulher atormentada com as perdas de sangue. Os próprios discípulos – futuros sacerdotes – não conseguem ver, não compreendem: na «periferia existencial», vêem apenas a superficialidade duma multidão que aperta Jesus de todos os lados quase O sufocando (cf. Lc 8, 42). Ao contrário, o Senhor sente a força da unção divina que chega às bordas do seu manto.
É preciso chegar a experimentar assim a nossa unção, com o seu poder e a sua eficácia redentora: nas «periferias» onde não falta sofrimento, há sangue derramado, há cegueira que quer ver, há prisioneiros de tantos patrões maus. Não é, concretamente, nas auto-experiências ou nas reiteradas introspecções que encontramos o Senhor: os cursos de auto-ajuda na vida podem ser úteis, mas viver passando de um curso ao outro, de método em método leva a tornar-se pelagianos, faz-nos minimizar o poder da graça, que se activa e cresce na medida em que, com fé, saímos para nos dar a nós mesmos oferecendo o Evangelho aos outros, para dar a pouca unção que temos àqueles que não têm nada de nada.
O sacerdote, que sai pouco de si mesmo, que unge pouco – não digo «nada», porque, graças a Deus, o nosso povo nos rouba a unção –, perde o melhor do nosso povo, aquilo que é capaz de activar a parte mais profunda do seu coração presbiteral. Quem não sai de si mesmo, em vez de ser mediador, torna-se pouco a pouco um intermediário, um gestor. A diferença é bem conhecida de todos: o intermediário e o gestor «já receberam a sua recompensa». É que, não colocando em jogo a pele e o próprio coração, não recebem aquele agradecimento carinhoso que nasce do coração; e daqui deriva precisamente a insatisfação de alguns, que acabam por viver, tristemente, transformados numa espécie de coleccionadores de antiguidades ou então de novidades, em vez de serem pastores com o «cheiro das ovelhas», pastores no meio do seu rebanho, e pescadores de homens. É verdade que a chamada crise de identidade sacerdotal nos ameaça a todos e vem juntar-se a uma crise de civilização; mas, se soubermos quebrar a sua onda, poderemos fazer-nos ao largo no nome do Senhor e lançar as redes. É um bem que a própria realidade nos faça ir para onde, aquilo que somos por graça, apareça claramente como pura graça, ou seja, para este mar que é o mundo actual onde vale só a unção – não a função – e se revelam fecundas unicamente as redes lançadas no nome d’Aquele em quem pusemos a nossa confiança: Jesus.
Amados fiéis, permanecei unidos aos vossos sacerdotes com o afecto e a oração, para que sejam sempre Pastores segundo o coração de Deus.
Amados sacerdotes, Deus Pai renove em nós o Espírito de Santidade com que fomos ungidos, o renove no nosso coração de tal modo que a unção chegue a todos, mesmo nas «periferias» onde o nosso povo fiel mais a aguarda e aprecia. Que o nosso povo sinta que somos discípulos do Senhor, sinta que estamos revestidos com os seus nomes e não procuramos outra identidade; e que ele possa receber, através das nossas palavras e obras, este óleo da alegria que nos veio trazer Jesus, o Ungido. Amen.